The Anarchist

Tradução: O Anarquista

i – The Pedlar 1

A foggy woodland road, a crowded village square, the busy streets of Crown City – a wandering pedlar travels the land,
uttering the ageless call.

“What do you lack?”

WALKING AMONG THE PEOPLE – who are so content, so blind – the Anarchist hears the pedlar’s call, and sneers derisively. “What do I lack? Ah … vengeance?”

Will there be world enough and time for me to sing that
song?
A voice so silent for so long
For all those years I had to get along,
They told me I was wrong
I never wanted to belong – I was so strong

I lack their smiles and their diamonds;
I lack their happiness and love
I envy them for all those things, I never got my fair share of

The lenses inside of me that paint the world black
The pools of poison, the scarlet mist, that spill over into
rage
The things I’ve always been denied
An early promise that somehow died
A missing part of me that grows around me like a
cage

In all your science of the mind,
Seeking blind through flesh and bone
Find the blood inside this stone
What I know, I’ve never shown; what I feel, I’ve always
known
I plan my vengeance on my own – and I was always
alone

Oh – They tried to get me
Oh – They’ll never forget me

i – O Mascate 1

Uma estrada florestal com neblina, uma praça de vilarejo lotada, as ruas movimentadas de Crown City – um mascate errante viaja pela terra, proferindo o chamado eterno.

“O que lhe falta?”

CAMINHANDO ENTRE O POVO – que é tão contente, tão cego – o Anarquista ouve o apelo do mascate, e zomba com desdém. “O que me falta? Ah… vingança?”

Haverá mundo e tempo o bastante para eu cantar essa
canção?
Uma voz tão silenciosa há tanto tempo
Durante todos esses anos que tive para conviver, eles me disseram que eu estava errado
Nunca quis fazer parte – Eu era tão forte

Sinto falta de seus sorrisos e seus diamantes;
me falta sua felicidade e amor
Invejo-os por todas essas coisas, nunca tive meu quinhão

As lentes dentro de mim que pintam o mundo de preto
As piscinas de veneno, a névoa escarlate que extravasa para a
raiva
As coisas que sempre me negaram
Uma antiga promessa que morreu de alguma forma
Minha parte perdida que cresce em torno de mim como uma
gaiola

Em toda sua ciência da mente, procurando cegamente através da carne e ossos
Encontra o sangue dentro dessa pedra
O que eu sei, nunca havia mostrado; o que eu sinto, eu sempre
soube
Planejo minha vingança por conta própria – e eu sempre estive
sozinho

Oh – Eles tentaram me pegar
Oh – Eles nunca se esquecem de mim